Transporte de passageiros · Maia e Porto

Diga a matrícula e o dia.Se o carro for do nosso registo, dizemos-lhe o nome do motorista.

Para uma viagem avulsa, o caminho é a Uber ou a Bolt. Esta página é para quem põe outra pessoa num carro e responde por ela depois.

Do outro lado responde alguém desta casa, e é o que já existe hoje. Para empresas ainda não há contrato a assinar: essa frente está a preparar-se.

  • Empresa registadaNúmero de contribuinte e sede conferíveis em registo público.
  • Uber e BoltÉ nestas plataformas que a frota trabalha.
  • Atribuição nominalSabemos que motorista estava atribuído a cada carro, e quando.
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Maia e PortoConta semanal rubrica a rubricaUma pessoa responde, com nomeFrentes novas a preparar-se
11carros no registo da frotaLidos da base de dados da operação.
8ao serviço neste momento
9carros com motorista atribuído
44semanas com registo

Escolher um transporte não devia ser uma lotaria.

Quando pede uma viagem numa aplicação, não escolhe quem o vai levar. Recebe quem estiver mais perto, e da próxima vez recebe outra pessoa. Costuma correr bem — e é por isso que ninguém pensa nisto até ao dia em que corre mal.

A AGICO é a empresa que está entre a plataforma e o carro. Quem conduz não é um perfil solto numa aplicação: tem contrato com uma sociedade que tem morada, contribuinte e obrigações.

Não é uma promessa sobre a viagem que vai ter. É uma resposta sobre quem responde por ela.

Se já andou de transporte por aí, conhece isto:

  1. A esperaO carro que ficou de chegar à hora combinada e chegou depois — ou não chegou.
  2. O carroO banco de trás com cheiro a outra pessoa, e o condutor que não diz uma palavra.
  3. A madrugadaO voo entregue a uma aplicação que, à hora de sair de casa, ainda não atribuiu ninguém.
  4. O filhoPôr um filho num carro e perceber, já com ele lá dentro, que não sabe a quem havia de pedir contas.
  5. A chamadaLigar para o número que vem na aplicação e ouvir uma gravação.

O denominador comum não é o carro nem a estrada. É não haver ninguém que responda.

A frota

A frota, sem adjectivos.

Estes números saem da base de dados com que a empresa faz as contas. Não são metas, não são médias, e não são material de brochura.

Nem toda a frota anda ao mesmo tempo.
A diferença entre a frota e o que está ao serviço são os carros parados. O registo diz quais são, e desde quando.
Todas as atribuições em vigor têm carro e motorista, com datas.
É o estado de hoje e não uma promessa sobre as próximas semanas. Nenhuma delas está por fechar, e nenhuma ficou sem nome.

Se voltar a esta página mais tarde e algum destes números estiver diferente, foi a frota que mudou. Lemo-los na base de dados da operação a cada publicação desta página, e nenhum de nós lhes toca pelo caminho.

«TVDE é tudo igual.» Não connosco.

«No fim é sempre a mesma coisa: um carro qualquer com um condutor qualquer.»
A viagem que marca na aplicação é da aplicação, e isso é verdade para toda a gente. A diferença começa depois: se alguma coisa correr mal, aqui há um registo com nome e uma pessoa que atende.
«Já ouvi isso e depois ninguém atende.»
Por isso não há aqui formulário nem número de central. O botão abre uma conversa no WhatsApp, e quem responde é quem assina as contas da semana.
«Vocês prometem tudo e não mostram nada.»
Os números desta página saem da base de dados com que a empresa faz as contas, e são relidos a cada publicação. Quando um deles muda, muda aqui — e a frase que o explica muda com ele.
«E se eu precisar de transporte para a minha empresa?»
Hoje não lhe podemos vender um contrato: a frente que serve empresas ainda não abriu. O que lhe podemos dar é uma resposta directa sobre o que aí vem, e o mesmo mecanismo de prestação de contas quando abrir.
«Sou motorista. O que é que me garante que a conta não muda depois?»
A conta fecha sobre as mesmas rubricas todas as semanas, e está descrita nesta página antes de haver acordo nenhum. O que fica por dizer aqui são os valores, e esses falam-se consigo, na conversa.

E as perguntas directas.

Onde é que operam?
Na Maia e no Porto. A sede está no fim desta página, com o número de contribuinte.
Fazem transfers para o aeroporto e passeios turísticos?
Ainda não. É uma frente que estamos a preparar, sem data para dar. As perguntas são bem-vindas desde já, e ficamos a saber o que precisa quando abrir. Abrir a conversa.
Quanto custa?
O preço de uma viagem na Uber ou na Bolt é da plataforma, e não desta empresa — nós não o fixamos nem o podemos anunciar. O que vier a ser contratado directamente à AGICO fala-se consigo, na conversa, antes de haver acordo.
Levam e trazem crianças da escola?
Está nos nossos planos e ainda não é um serviço que possamos prestar. Preferimos dizê-lo do que deixar perceber que já está feito.
Como falo com uma pessoa?
Pelo botão de conversa, que abre o WhatsApp com o assunto já escolhido. Do outro lado está alguém desta casa, e não uma central.

Para quem responde pelos seus

Pôr alguém num carro é assumir uma responsabilidade.

Nós ficamos com a nossa parte dela. Hotéis, colégios e clínicas não escolhem transporte pelo preço da viagem — escolhem pelo que acontece quando alguma coisa corre mal, e por quem atende o telefone nesse dia.

Como se pede contas depois

  1. Para perguntar, basta-lhe a matrícula e a data. Não precisa de saber o nome de ninguém à partida.
  2. Registamos a atribuição quando ela começa, com data de início e de fim. Não é uma folha que alguém preenche depois de a pergunta chegar.
  3. Do nosso lado responde-lhe alguém com nome, que é quem aprova as contas da semana. Não há caixa de correio automática a fazer de intermediário.
  4. Quando não encontramos a matrícula no registo, é isso que lhe dizemos. Respondemos pelo que está escrito, e não pelo que alguém se lembra.

O que pode conferir antes de falar connosco

  • A empresa está registada, e o NIF e a morada estão no fim desta página.
  • O registo da operação começa em dezembro de 2025.
  • Pergunte-nos o que aqui não está. Se não estiver medido, a resposta é que não está medido — e essa serve-lhe tão bem como a outra para decidir.
  • Repare no que esta página não lhe pede: não há formulário, não há campo nenhum para preencher, e ninguém lhe pede dados para o deixar continuar a ler.
  • Quando a resposta é não — porque a frente não abriu, ou porque a frota está cheia — é essa que recebe.

O que já pode fazer hoje, sem assinar nada

  1. O seu cliente marca a viagem na Uber ou na Bolt, como faria de qualquer maneira. Não temos como lhe garantir que o carro que aparece é da nossa frota.
  2. Guarde a matrícula e o dia. Vêm no recibo da viagem, e não precisa de mais nada.
  3. Se alguma coisa correr mal, mande-nos isso. Devolvemos o motorista que tinha esse carro nesse dia, e a pessoa desta casa que responde por ele.

É pouco comparado com um contrato, e é o suficiente para haver alguém a quem fazer a pergunta.

Abre a atribuiçãoO dia que perguntaFecha a atribuição
Qualquer data entre uma ponta e a outra tem um nome do outro lado. É essa a pergunta que lhe respondemos, e é por isso que a data importa tanto como a matrícula.

O que já fazemos, e o que ainda não.

A prestação de contas descrita aqui em cima não espera pelo contrato. Se um cliente seu andou num carro do nosso registo, respondemos-lhe hoje. O que ainda não há é contrato para assinar.

A conversa está aberta na mesma, e é útil de parte a parte: dizemos-lhe o que já é possível e o que ainda não é, e ficamos a saber o que precisa quando abrir.

A funcionarViagens diárias

Uber & Bolt

As viagens do dia-a-dia acontecem na Uber e na Bolt, com motoristas da AGICO ao volante.

É aqui que a frota trabalha, todos os dias.
Em preparaçãoÀ sua medida

Privativo & Turístico

Estamos a preparar uma frente de ligações ao aeroporto, eventos e percursos pelo Porto e pelo Douro. Não está aberta ao público e não tem data — as perguntas são bem-vindas desde já.

Ler sobre esta frente
Em preparaçãoLevar e trazer

Transporte Escolar

Está nos nossos planos levar e trazer os mais novos, e acompanhá-los durante o trajecto. Ainda não é um serviço que possamos prestar.

Pergunte, se quiser. O que não lhe podemos dar é uma data.

Hotéis, colégios, clínicas e operadores turísticos: escreva-nos hoje. Não há catálogo para pedir nem orçamento para gerar — há uma pessoa do outro lado, e começa por ouvir.

Falar sobre a minha empresa

O botão abre o WhatsApp com a mensagem já escrita. Falamos antes de propor seja o que for.

Conduzir connosco

Conduzir com a AGICO

A escolha não é entre trabalhar e ficar em casa: é entre frotas. E já andou a falar com outras. As perguntas que separam uma frota da seguinte são sempre as mesmas: «quem mais conduz o carro que me dão?» e «quem fecha a minha conta ao fim da semana?».

  • Evitamos partilhar carros. Não lhe prometemos que não aconteça — prometemos que, se acontecer, não é às escondidas: passa pelo mesmo registo por onde passa a sua atribuição.
  • Não precisa de comprar carro nem de o financiar. O aluguer da viatura é uma das linhas da conta que verá mais abaixo.
  • Não mudamos depois o que ficou registado na sua semana.
  • A papelada e a relação com as plataformas são connosco. O seu trabalho é conduzir.

A conta de cada semana, rubrica a rubrica

No fim de cada semana a AGICO fecha uma conta em seu nome. Fazemo-la sempre sobre as mesmas rubricas:

Entra
o bruto da Uber e o bruto da Bolt.
Sai
combustível, portagens e o aluguer da viatura.
Lançado à mão
uma bonificação a seu favor, o seguro ou uma reparação a seu débito. Nenhuma destas entra sozinha na conta: alguém desta casa escreve-a, linha a linha.
Saldo
a semana pode fechar a seu crédito ou em dívida, e o que sobrar de um lado ou do outro transita para a seguinte, à vista.

Parte destas linhas sai de regra; as outras não, e são lançadas à mão. A AGICO paga-lhe o que fica, e alguém desta casa assina a ordem de pagamento, com nome. Nada nesta conta se fecha sozinho.

Os valores de cada rubrica não estão nesta página, e não vamos fingir que estão: falamos deles consigo, na conversa, antes de haver acordo. O que esta página lhe dá é a estrutura, para que saiba exactamente que perguntas fazer — a nós e às outras.

O que lhe é exigido

  • Carta de condução.
  • Certificado de motorista de TVDE. É exigência da lei, não nossa — a licença de operador é que é da empresa.
  • Idoneidade. Vem com o certificado, e é a lei que a define — não nós.
  • Tratar cada passageiro como convidado. É a exigência que nenhum documento prova.

Da próxima vez, não deixe a viagem à sorte.

Para quem responde pelos seus

Falar sobre a minha empresa

Diga-nos que empresa é e o que precisa de resolver. A conversa começa por aí, e não por um formulário.

Para quem quer conduzir

Quero conduzir na frota

Começa por uma conversa curta sobre o que já conduziu e o que procura. Se não houver lugar na frota, ouve isso já nessa conversa.

Para quem precisa de transporte

Falar sobre transporte

Para uma pergunta sobre uma viagem que já fez, é por aqui. Marcar viagens não se faz nesta página.

P.S. — Se chegou até aqui e continua sem saber o que quer perguntar, mande a pergunta em bruto. É melhor do que ficar com a dúvida, e do nosso lado dá-nos jeito perceber o que a página não explicou.